Desdobramento

Polícia encontra material genético jogado na calçada em Araguaína após denúncia anônima

Denúncia foi feita após operação localizar laboratório clandestino em Palmas

Por Redação 2.719
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12/05/2022 08h17 - Atualizado há 5 dias
Material genético estava jogado na calçada na região central da cidade

Após investigação da Polícia Civil descobrir que um laboratório clandestino armazenava de forma irregular material genético humano em Palmas, denúncias anônimas levaram a polícia, desta vez, em Araguaína, a localizar descarte de material similar em uma das ruas do município no início da noite desta quarta (11).

A suspeita é de que o grupo, que também mantinha laboratório na cidade, seja o responsável por jogar o lixo em uma calçada na região central.

O delegado Romeu Fernandes de Carvalho Filho, responsável pela 3ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado de Araguaína (Deic), explica que o material é aparentemente proveniente de resíduos humanos, e que a perícia foi acionada para realizar a análise.

“Encontramos uma quantidade considerável desse material e adotaremos as diligências para realizar a coleta e o descarte adequado, tendo em vista a ausência de EPIs e veículos adequados, bem como de equipes plantonistas da Vigilância Sanitária e SEDEMA disponíveis", destacou.

Operação Nablus

A operação Nablus foi deflagrada em Palmas na manhã desta quarta-feira (11), e que deu cumprimento a 15 mandados de busca e apreensão. Entre os materiais encontrados em um laboratório clandestino, localizado no centro da capital, estavam pedaços de corpos humanos que eram irregularmente armazenados potes de sorvete, margarina e até de creme capilar.

O local foi descoberto pela 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ªDeic-Palmas) com apoio da Diretoria de Repressão ao Crime Organizado (Dracco).

De acordo com as investigações, os suspeitos faziam a abertura de empresas em nome de 'laranjas' se passando por pessoas jurídicas. Os diversos laboratórios de fachada só existiam no papel realizavam para o repasse de pagamentos, mas os serviços não eram prestados. 

Nenhum deles possuía licença ou alvará por parte do poder público municipal e estadual. Além do armazenamento irregular a polícia também suspeita de que, laudos possam ter sido fraudados, e os exames possam ter resultados imprecisos, tendo em vista as condições precárias em que se encontravam as amostras. 

Material pode ter sido jogado pelo mesmo laboratório investigado em Palmas, diz polícia

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