Marcos de Souza promete reduzir ICMS e vai despachar do HGP caso seja eleito

Redação AF -
Foto: Divulgação
Marcos da Cerâmica de Miranorte, candidato ao governo do Tocantins

Ex-vice presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), o candidato a governador do Tocantins Marcos de Souza (PRTB) voltou à sede da associação na noite desta quinta (3) para um debate com o empresários de Palmas. Com o tema “A valorização do mercado local, capacitação de mão de obra e geração de emprego e renda”, o candidato falou por cerca de duas horas com os presentes.

Dentre os assuntos discutidos foi levantado pelos empresários presentes a posição do candidato em relação a carga tributária do Tocantins. De acordo com Marcos, “não existe liberdade quando você não tem dinheiro no bolso”. Marcos disse isso se referindo aos altos impostos que os empresários tem que pagar ao Estado e que acaba por onerar os resultados na arrecadação. Segundo o candidato para a melhora desse cenário uma das atitudes a ser tomada será a redução do ICMS. “O empresário não terá dificuldade em chegar no governador, nós seremos parceiros dos pequenos empresários, tanto os rurais quanto os urbanos”.

O presidente da Acipa, Fabiano do Vale, apresentou a demanda do empresários de Palmas quando se trata da aprovação de projetos na assembleia legislativa, que nem sempre tem aprovação. Em resposta o candidato afirmou que irá trabalhar a relação com a casa de leis e que os projetos serão muito bem analisados antes de irem para votação.

O candidato ainda falou sobre a atuação do Procon e sobre as melhorias que serão aplicadas na área da saúde, em especial no Hospital Geral de Palmas. E revelou que caso eleito a sua primeira ação será ir ao HGP. “Meu primeiro dia de trabalho será no HGP, vou fazer para os outros que eu gostaria de fazer pros meus filhos”, disse.

Há um mês das eleições suplementares o presidente, Fabiano do Vale, avaliou o debate como positivo e como uma oportunidade de levar as demandas do empresariado a um futuro gestor. “O debate foi produtivo e nós, enquanto empresários, pudemos falar sobre aquilo tem pesado no nosso dia-a-dia e tem dificultado a manutenção do nosso trabalho como a carga tributária”, avaliou.

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