Araguaína

Criminalista Maurício Araújo assume defesa de acusado de matar 2 adolescentes após assaltos

Menores foram mortos após praticarem dois roubos à mão armada.

Por Redação 2.523
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20/01/2023 17h02 - Atualizado há 1 ano
Advogado Maurício Araújo

O escritório do advogado criminalista Maurício Araújo, em Araguaína, foi contratado para atuar na defesa de um dos acusados de matar dois adolescentes envolvidos em assaltos na cidade.

Nesta semana, a Polícia Civil concluiu a investigação do caso e indiciou um Sargento da Polícia Militar do Tocantins (PMTO) e um amigo dele, por duplo homicídio qualificado e fraude processual.

Os adolescentes, de 14 e 17 anos, foram mortos no dia 02 de janeiro de 2022, horas depois de terem praticado dois assaltos à mão armada. Um deles teve como vítima a filha do militar indiciado e o outro, um bombeiro.  

O advogado Maurício Araújo preferiu não comentar sobre possíveis teses de defesa, mas adiantou que os acusados são inocentes e que trabalhará para alcançar a justiça no caso.

Maurício Araújo é especialista em processo penal e tem atuado em vários julgamentos do Tribunal do Júri envolvendo crimes dolosos contra a vida, dentro e fora do estado do Tocantins.

INQUÉRITO

Segundo o inquérito da Polícia Civil, no dia seguinte à morte dos adolescentes, um sargento da Polícia Militar se apresentou na delegacia informando que era pai da vítima que teve a moto roubada.

Em seu depoimento, ele relatou que estava de folga e, após ser informado do roubo, saiu para procurar os autores juntamente com um amigo da filha. Os adolescentes foram encontrados em um bar na Vila Azul, confessaram os crimes e se prontificaram a mostrar o local onde tinham escondido a motocicleta.

Já no matagal, segundo a versão do policial, o amigo da filha ficou à espera e ele entrou em uma área de mata com os dois adolescentes, momento em que os suspeitos tentaram tomar sua arma. Segundo ele, houve troca de tiros, sendo que o adolescente de 14 anos morreu e o outro conseguiu fugir.

O inquérito policial foi remetido ao Ministério Público e à Justiça para a realização das providências necessárias. Cabe ao MPTO oferecer a denúncia criminal ou pedir o arquivamento do caso.

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