Os funcionários da fazenda viram o gado morto e desconfiaram que era um furto. Em seguida, entraram em contato com o dono da fazenda. Com a chegada dos funcionários, os criminosos fugiram deixando o carro para trás. Na tentativa de despistar seu envolvimento no caso, José Almari entrou em contato com o proprietário do veículo informando que estava indo para um banho com a família e o carro havia sido roubado. Solicitou também o proprietário fosse à Delegacia registrar um Boletim de Ocorrência. A polícia foi acionada e, através da placa, encontrou o proprietário do veículo. O homem explicou que havia emprestado o carro para José Almari. Logo após, a polícia encontrou os dois suspeitos. Eles confessaram o crime. Com eles foram encontrados um tatu abatido e uma espingarda calibre 22, possivelmente usada no abatimento do gado.