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MPF arquiva investigação baseada em carta anônima contra prefeito de Conceição do Tocantins

A denúncia não apresentou fatos concretos ou elementos de prova mínimos, disse o MPF.

Por Redação 735
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12/07/2019 14h55 - Atualizado há 6 dias
Paulo Rocha, prefeito de Conceição do Tocantins

O Procurador Regional da República, Lauro Pinto Cardoso Neto, pediu o arquivamento de uma investigação criminal contra o prefeito de Conceição do Tocantins, Paulo Sérgio Torres Fernandes, mais conhecido como Paulo Rocha.

O documento que arquiva o processo foi enviado ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, no dia 28 de junho. Nele o procurador afirma que a denúncia anônima feita contra o gestor "não apresentou fatos concretos ou elementos de prova mínimos capazes de demonstrar a materialidade dos delitos e indícios de autoria".

A denúncia tinha sido enviada através de carta apócrifa à Procuradora-Geral da República, Raquel Doge, que mandou instaurar investigação. A carta apontava supostas fraudes em licitações e desvios de recursos públicos.

Contudo, o Procurador da República analisou o caso e concluiu que a denúncia narra os fatos com "generalidade" sem o mínimo de provas capazes de dar plausabilidade às alegações contidas na representação. Por isso, decidiu arquivá-la por ausência de justa causa.

Em carta aberta à população, o prefeito de Conceição do Tocantins disse que a denúncia foi fruto de "perseguição política por parte de alguns adversários de conduta duvidosa" e tinha o único objetivo de "abalar a sua credibilidade como Chefe do Poder Executivo Municipal".

Na carta, o prefeito destaca os avanços conquistados durante sua gestão, as obras inauguradas com recursos próprios e disse que administra com "transparência e respeito ao dinheiro público". “A verdade sempre aparece e sempre estivemos tranquilos”, afirmou Paulo Rocha.

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