Arapoema

Prefeito acusado de contratar milícia armada tem outro pedido de cassação negado

Ação foi ajuizada pela ex-prefeita derrotada nas eleições de 2020.

Por Redação 975
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29/07/2021 10h26 - Atualizado há 1 mês
Prefeito e vice dos lados direito e esquerdo

A 31ª Zona Eleitoral julgou improcedente, nesta quarta-feira (28), mais uma ação ajuizada pela ex-prefeita de Arapoema, Professora Lu, contra o atual gestor, Paulo Antônio Pedreira, referentes às eleições municipais ocorridas em novembro de 2020.

Na ação de impugnação de mandato eletivo, a ex-prefeita afirmou que o atual prefeito e seu vice, Jurandi Fidelis da Silva, contrataram milícia armada para, através de coação e ameaças, macularem o processo eleitoral de Arapoema. Contudo, as denúncias não foram comprovadas judicialmente.

“Não houve qualquer conduta do atual prefeito e seu vice que comprometesse a legalidade do processo eleitoral. Além disso, a eleição não foi maculada pelo fato descrito pela ex-prefeita, isso no sentido da existência de um pseudo grupo particular formando para o combate à compra de votos, de modo que, a situação é inversa, pois a conduta gerou uma proteção à normalidade, legitimidade e isonomia no pleito, isso ao reprimir condutas ilícitas perpetradas naquele Município”, disse o advogado Leandro Manzano, que atuou na defesa do prefeito e vice.

Paulo Pedreira e Jurandi Fidélis obtiveram 60,95% dos votos válidos, um total de 2.229 votos.

Lucineide Parizi Freitas (Professora Lu), que disputava reeleição, ficou em segundo ligar, com 35,71%.

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