'Ganhei uma nova família'

Servidora é reconhecida pelo pai biológico aos 30 anos: 'ganhei uma nova família'

Por Agnaldo Araujo
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10/08/2018 15h19 - Atualizado há 1 mês
A Defensoria Pública do Estado (DPE-TO) já atendeu, nesse ano, cerca de três mil casos relacionados a reconhecimento de paternidade. Alguns desses casos fizeram parte do trabalho de Elis Lorraynne Carvalho, de 30 anos, servidora DPE-TO em Paraíso do Tocantins. Ao verificar e acompanhar na instituição tantas histórias de vida que tiveram um desfecho feliz de convivência entre pais e filhos, ela decidiu, com o incentivo dos colegas de trabalho, batalhar também pelo seu sonho de conhecer o pai biológico. E conseguiu! Atuar em processos de reconhecimentos de paternidade é rotina para Elis Lorrayne, que está há quatro anos na Defensoria. Ela – que nunca tinha visto o pai - pesquisou até encontrá-lo, realizou o teste de DNA e foi reconhecida em julho de 2017. “Ganhei uma nova família: pai, irmãs e uma madrasta maravilhosa. Nunca poderia imaginar que essa história pudesse terminar tão bem. Aliás, terminar não é bem o termo, pois agora é que estamos construindo esses novos capítulos de minha vida”, disse ela. Elis Lorrayne utiliza a sua própria história de vida para encorajar os colegas de trabalho e outras pessoas a também lutarem pelo reconhecimento de paternidade. “Fui criada com muito amor e carinho por meus tios, mas hoje entendo, no sentido mais literal, o porquê das ciências da psicanálise e psicologia enfatizarem a importância da paternidade na vida do ser humano. Cresci ouvindo frases como ‘’filho é de mãe’’, pois digo: filho é de mãe, é de pai, é de quem ousa amá-lo e acolhê-lo no coração", afirmou.  Reconhecimento Os cerca de três mil atendimentos realizados pela Defensoria estão contabilizados pelo departamento de estatística da Corregedoria da DPE-TO e referem-se ao período de janeiro a julho deste ano. O defensor público Leonardo Coelho, diretor da Regional da Defensoria, em Palmas, explicou que casos que envolvem investigação de paternidade são, de fato, muito comuns na instituição. “O reconhecimento da paternidade pode ser feito sem custos e a qualquer tempo, sendo solicitado pela mãe da criança, pelo próprio filho maior de 18 anos ou ainda pelo pai que deseja confirmar sua paternidade”, orientou o Defensor Público. Assistência jurídica Quem precisa de assistência jurídica, seja para reconhecimento de paternidade ou para outro tipo de atendimento relacionado ao acesso à Justiça, pode procurar a Defensoria Pública em Palmas ou em uma das unidades vinculadas às Diretorias Regionais, no interior do Estado. A DPE-TO representa o cidadão que tenha renda mensal individual de até 2,5 salários mínimos ou renda familiar de até quatro salários mínimos. Todos os critérios podem ser conferidos aqui.

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