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Advogado aponta ‘equívoco’ da PF e diz que avião usado por Amastha está alugado ao PSB

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Prefeito Amastha chegando de avião em Araguaína

A defesa do empresário Rodrigo Siqueira Nogueira, proprietário do avião usado pelo prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), para viagem a Araguaína, se manifestou, em nota à imprensa, sobre o episódio.

Inicialmente, o advogado Leandro Manzano destaca que Rodrigo Siqueira teve o nome citado na 4ª fase da Operação Ápia por conta de um “equívoco grosseiro” da Polícia Federal, que inclusive foi imediatamente reconhecido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região ao revogar em definitivo o sequestro de bens do empresário.

A nota ressalta que o equívoco foi justamente ao concluir que Rodrigo Nogueira seria sócio de uma das empresas investigadas na operação, a CSN Engenharia Ltda. Ocorreu que seu desligamento definitivo da referida empresa ocorreu ainda em 07 de abril de 2000, enquanto os fatos investigados pela Polícia Federal são referentes aos anos 2013 e 2014. Além disso, a nota afirma que “Rodrigo Nogueira não possui e nunca possuiu qualquer vinculação com processos criminais de qualquer natureza, possuindo conduta ilibada”.

Quanto à aeronave usada pelo prefeito Carlos Amastha, a nota esclarece que o empresário realiza contrato de locação do bimotor, constantemente, a diversas pessoas.

A nota trata como “especulação sagaz” e “insinuação maliciosa” imaginar que Rodrigo estaria beneficiando o prefeito da capital com a utilização da aeronave por ter contrato com o Município de Palmas.

A nota ressalta que o Partido Socialista Brasileiro (PSB-TO) é quem possui contrato de prestação de serviços com uma empresa de locação, e esta, por sua vez, tem contratação de gerenciamento de aeronave com Rodrigo Nogueira. “Foi contratado com o preço praticado no mercado aeronáutico, não realizando nenhuma espécie de doação, benefícios ou troca de favores”, afirma.

Por fim, a nota ressalta que “Rodrigo Nogueira é prestador de serviços na Prefeitura de Palmas, desde 1997, não possuindo nenhuma espécie de questionamento sobre contratações”.

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