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Aplicativo criado por tocantinense está sendo usado em mais de 20 países

Agnaldo Araujo - - 542 views
Foto: Divulgação
'Chamada' é o nome do aplicativo

Criado em 2013 como um trabalho de uma das disciplinas do curso de sistemas de informação da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), o aplicativo ‘chamada’ conta hoje com mais de 14 mil downloads e usuários no Brasil e em mais 20 países.

São eles: Moçambique, Angola, Portugal, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Argélia, Iraque, Estados Unidos, Espanha, Paquistão, Emirados Árabes Unidos, Argentina, Canadá, Colômbia, Alemanha, Jordânia, Líbia, Marrocos, Nicarágua e África do Sul.

O criador do aplicativo é Bruno Moraes, ex-aluno da Unitins. Ele se formou em 2015, atualmente é bombeiro militar do Tocantins e também criou outros apps durante a faculdade e na pós-graduação, como o Gasnol, o SOS 193 e o Alerta 199.

Bruno explica que desenvolveu o ‘chamada’ voltado para controle de presença/frequência na sala de aula, evento, igreja, entre outros locais. A disciplina que originou o aplicativo era ministrada pelo professor Silvano Malffati.

Em virtude da necessidade pessoal do professor, ele sugeriu que eu fizesse um app de chamada. Demorou em torno de 3 meses para conclusão do protótipo. Esse mesmo protótipo foi publicado [na loja online Play Store] em setembro de 2014 da mesma maneira que foi concluído. Contudo, após 3 anos de publicação, muitos usuários me mandavam e-mail solicitando correções e melhorias no aplicativo. Foi então que, em outubro do ano passado, remodelei todo o aplicativo e os downloads aumentaram exponencialmente”, explicou Bruno.

Nos últimos 30 dias, o aplicativo ‘chamada’ registrou de 50 a 100 downloads por dia em mais de 10 países e cerca de 2.100 usuários contínuos. “Com frequência recebo feedback de usuários que fazem uso do aplicativo, pois ele facilitou a vida no dia a dia das aulas”, destacou Bruno.

Os interessados podem baixar o ‘chamada’ aqui.

Errata

A assessoria de comunicação da Unitins havia informado que o aplicativo era utilizado em mais de 10 países, como o AF Notícias divulgou inicialmente. Mas a própria assessoria alterou para 20 o número de países.

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