No Tocantins

Halum propõe a Carlesse redução do ICMS para baixar preço dos combustíveis

Por Agnaldo Araujo
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23/05/2018 16h42 - Atualizado há 1 semana
O deputado federal César Halum (PRB) sugeriu ao governador interino Mauro Carlesse (PHS) a diminuição de 13,5% para 12% da alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) que incide sobre os combustíveis para que o preço seja reduzido no Tocantins. O aumento no preço da gasolina e do diesel nas refinarias, anunciado pela Petrobrás, resultou no protesto de caminhoneiros em todo o Brasil. No Tocantins, vários pontos da BR-153 estão interditados para passagem de veículos de carga desde essa segunda-feira (21). Postos já estão ficando sem combustíveis e supermercados desabastecidos. Apesar de classificar a ação do Governo Federal como um desaforo, César Halum lembrou que o próprio governo está estudando zerar a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e diminuir o PIS-Cofins para que o preço dos combustíveis seja reduzido. "Se o Estado também fizer sua parte teremos ainda mais resultados positivos nas bombas. Dessa forma, ganharíamos mais na arrecadação visando o aumento do volume de venda dos combustíveis”, explicou. Na Câmara O deputado federal presidiu a reunião ordinária da Comissão de Defesa do Consumidor na manhã desta quarta-feira (23) na Câmara que resultou na aprovação de um requerimento convocando o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, e o presidente da Petrobras, Pedro Parente, para prestarem esclarecimentos à Câmara dos Deputados. “Precisamos indagar os que de fato respondem por esses aumentos sucessivos para debater e mediar saídas que atendam aos apelos da população. O preço dos combustíveis, no nível em que se encontra, começa a impactar negativamente o dia a dia dos brasileiros. O aumento do preço da gasolina, diesel e etanol costuma ter efeito cascata: a alta dos combustíveis eleva o preço do frete, que faz aumentar os preços dos produtos transportados, e por aí vai. O Brasil anda em cima de caminhões e se essa paralisação continuar nós seremos severamente prejudicados”, concluiu.

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