Eleições Suplementares

Sete chapas e um desejo: comandar os destinos do jovem Estado do Tocantins

Por Agnaldo Araujo
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23/04/2018 10h17 - Atualizado há 2 meses
Nielcem Fernandes // AF Notícias Os candidatos que pretendem disputar as eleições suplementares de 3 de junho têm até às 19h desta segunda-feira (24) para registrar suas chapas, conforme o cronograma divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO). Após um final de semana de muita articulação política e algumas surpresas, sete candidatos anunciaram oficialmente que irão concorrer ao cargo de governador do Tocantins. O primeiro a confirmar o nome na disputa foi o ex-juiz e idealizador da ficha limpa, Marlon Reis da Rede Sustentabilidade, ainda no sábado 21. O Coronel Edvan de Jesus Silva (sem partido) é o vice. Também no sábado (21), o partido Socialismo e Liberdade (PSOL) lançou o Procurador da República, Mario Lucio Avelar. A coligação do PSOL ainda não anunciou o candidato a vice. No domingo (22), último prazo para a realização das convenções, foram definidos os outros candidatos que devem entrar na corrida ao Palácio Araguaia. O governador interino Mauro Carlesse do PHS, realizou a convenção partidária durante todo o dia no auditório da Assembleia Legislativa e recebeu o apoio de aliados de peso como os pré-candidatos ao Senado, ex-governador Siqueira Campos (DEM) e César Halum (PRB),  além de vários deputados estaduais. A definição do candidato a vice-governador ainda não saiu. Coligação será formadas pelo PHS, DEM, PP, PRB, PPS, PTC e PMN. A senadora Katia Abreu (PDT) referendou o seu nome com o slogan 'A guerreira vem aí' também nesse domingo (22). Após um dia inteiro de especulações e negociação, o apoio do Partido dos Trabalhadores caiu por terra e o nome de Marco Antônio Costa (PSD) foi anunciado como vice da coligação PDT, PSD, PEN, PSC e Avante. A primeira surpresa veio com o anúncio do vereador de Araguaína, Divino Bethânia Junior (PROS) como candidato a vice-governador na chapa do senador Vicentinho Alves (PR). Coligação terá PR, Pros, SD, PMB e PPL. A outra surpresa da noite foi anunciada durante a convenção do PSB, do ex-prefeito Carlos Amastha. De última hora, o nome do advogado Célio Moura (PT), radicado em Araguaína, foi oficializado como candidato a vice-governador da chapa do colombiano. O PT caminhava para fechar com a senadora Kátia Abreu (PDT), mas recuou por não conseguir emplacar o vice. Coligação terá PSB, PT, PTB, Podemos, PCdoB e PSDC. O empresário Marcos Souza (PRTB), o Marcos da Cerâmica de Miranorte, também anunciou oficialmente sua candidatura ao cargo de governador do Tocantins. Seu vice é o Sargento Genilson (PRTB). Chapa pura. Desistência Outros nomes que eram dados como certo, desistiram, e alguns, além de recuar, sequer declaram apoio a outro nome, como foi o caso do MDB, partido do governador cassado Marcelo Miranda; do PV, da vice-governadora Cláudia Lelis, também destituída do cargo. Eles decidiram esperar por nova reviravolta jurídica que os reconduza ao Palácio Araguaia. Também desistiram o senador Ataídes Oliveira (PSDB) e os deputados estaduais Osíres Damaso (PSC), que declarou apoio à candidatura de Kátia Abreu, e Paulo Mourão (PT). Calendário 23 de abril: Prazo final para que os partidos e coligações registre os candidatos junto ao TRE, até às 19h; 24 de abril: Inicia a propaganda eleitoral. É também último prazo a Justiça publicar a lista com os pedidos de registro de candidatos; 26 de abril: Último prazo para o próprio candidato requerer seu registro, se o partido ou a coligação não fizer; 3 de maio: Data em que será feito o sorteio para definir a ordem da propaganda de cada partido; 17 de maio: Começa o prazo para propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão; 18 de maio: Nessa data serão julgados os pedidos de registro de candidatura; 19 de maio: A partir desse dia, nenhum candidato poderá ser preso ou detido, exceto em flagrante; 22 de maio: Último dia para substituir o candidato considerado inelegível ou tiver o registro indeferido, cancelado, cassado ou que renunciar ou morrer; 29 de maio: A partir deste dia, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido até 48 horas depois da eleição. Regra não se aplica para quem for pego em flagrante ou tiver uma sentença criminal condenatória por crime inafiançável; 31 de maio: Último dia da propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão e também para fazer debates dos candidatos nas emissoras. É ainda o último prazo para propaganda feita por meio de reuniões, comícios, 1º de junho: Último dia para a divulgação paga, de propagando eleitoral, na imprensa escrita; 2 de junho: Termina o prazo da propaganda eleitoral. É ainda o último prazo para distribuição de materiais de campanha, caminhadas, passeatas ou carro de som que divulgue jingles ou mensagens; 3 de junho: Dia da eleição, realizada das 8h às 17h; 4 de junho: Inicia a propaganda eleitoral, caso haja segundo turno, inclusive por meio de alto-falantes e comício, carreatas e material para distribuição para propaganda; 5 de junho: Termina o período em que nenhum eleitor poderá ser preso; 6 de junho: Último dia para os candidatos encaminharem as prestações de contas referentes ao primeiro turno. Segundo turno 8 de junho: Inicia a propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão, caso haja segundo turno; 9 de junho: Dessa data em diante, nenhum candidato que participar do segundo turno, poderá ser preso; 5 de junho: Encerra o prazo para o Tribunal Regional Eleitoral publicar as decisões referentes às prestações de contas dos candidatos, se não houver o segundo turno; 18 de junho: Prazo para diplomação dos candidatos eleitos, se não houver segundo turno; 19 de junho: A partir deste dia, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido até 48 horas depois da eleição. Regra não se aplica para quem for pego em flagrante ou tiver uma sentença criminal condenatória por crime inafiançável; 21 de junho: Último dia para propaganda por meio de reuniões públicas ou comícios; 22 de junho: Termina a propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão, em caso de segundo turno. É também o prazo final para os candidatos divulgarem propaganda paga em imprensa escrita. 23 de junho: Encerra o prazo para propaganda eleitoral, caminhadas, passeatas, distribuição de materiais, em caso de segundo turno; 24 de junho: Dia da eleição, realizada das 8h às 17h; 2 de julho: Prazo final para os candidatos retirarem as propagandas e restaurarem o bem; 6 de julho: Último dia para a Justiça Eleitoral julgar as contas dos candidatos eleitos em segundo turno; 9 de julho: Fim do prazo para a diplomação dos candidatos eleitos, em caso de segundo turno; 3 de agosto: Último dia para que o eleitor que não votou no primeiro turno apresente justificativa; 23 de agosto: Último dia para que o eleitor que não votou no segundo turno apresente justificativa;

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